Não ofereço aos cães flores,
eu como na mesa com os predadores e sonhadores
Depedrando a matéria das dores
Os desbravadores do sol
que desvendam as noites,
tão sem coberturas
não sem cobertores.
Não faço oferenda à Deuses fúteis
São barcos perdidos em uma nau frágil.
Não creio no crivo dos criadores
De ruídos, sem se quer ouvir os silêncios
Eu sei da lâmina afiada e cega que norteia
A minha América selvagem.